25 maio 2010

Cine como le gusta exibe o filme "Easy Rider" no Leeds Pub

O melhor Pub de Caxias libera novamente uma data para a exibição de filmes cult ou pouco conhecidos. Creio que essa data será fixa!!! Então anotem na agenda na última quinta do mês têm cine no Leeds. Como a próxima quinta é a última de Maio, segue o que iremos exibir...

1969 foi um ano de mudanças, e para o cinema também. O sucesso de Easy Rider ajudou a avivar a fase "New Hollywood" do cinema norte-americano e com isso produções tratando da cultura dos hippies, movimentos sociais e principalmente sobre o direito de ser livre foram realizadas a milhares, com produções de baixo custo, mas no final algumas poucas foram reconhecidas.

Easy Rider é um road movie americano que conta a história de dois membros da contra-cultura hippie no final dos anos 60 que saem de Los Angeles e atravessam o país até Nova Orleans. Na viagem, encaram o espírito da liberdade, mas também muito preconceito. Com uma das trilhas sonoras mais lembradas do cinema, sua música fixa no pensamento o sentido real de liberdade.

Filme: Easy Rider (Sem Destino) de Dennis Hopper, 1969, 95min, EUA.
Data: 27 maio 2010 (quinta)
Exibição: 20h
Local: Leeds Pub
Rua Os 18 do Forte, 314, Lourdes, Caxias do Sul, RS


ENTRADA FRANCA


Dica: Têm promoção de chopp no Leeds até as 20h, então aproveita e pega um e ganhe o segundo de graça ;)

14 maio 2010

"Antes que o mundo Acabe" de Ana Luiza Azevedo no GNC Caxias

O GNC Caxias mandou muito bem, agora me alegraram e até deixo passar as críticas sobre o atendimento (rsrsrs) e principalmente valores dos ingressos, mas como todos sabem, é a pipoca que paga o filme.

Enfim, estréia em Caxias do Sul o filme "Antes que o Mundo Acabe" de Ana Luiza Azevedo, que marca também sua estréia na direção de longas, mas tendo diversos curtas e trabalhado em outras produções para a TV. Se destacam "Dona Cristina Perdeu a Memória" (2002) e Barbosa (1988) dentre outros. Sua tragetória no cinema se dá desde 1984 e trabalhou em várias produções dentro e fora da Casa de Cinema de Porto Alegre.

O filme, em questão, é uma adaptação da novela juvenil do escritor Marcelo Carneiro da Cunha, que conta a história de Daniel, um menino de 15 anos, mergulhado em seu pequeno mundo, com problemas que parecem insolúveis: uma namorada que não sabe o que quer, um amigo que está sendo acusado de ladrão, uma pequena cidade que vai ter que ser deixada para trás, quando recebe uma carta do pai que nunca conheceu e já nem lembrava que existia. Através de cartas e fotos enviadas pelo pai, Daniel descobre que o mundo é bem maior do que aquele que até então conhecia. Maria Clara, a irmã pequena de Daniel, observa tudo o que acontece à sua volta e, com um olhar crítico, narra esta história. Uma história em que parece que tudo vai acabar: os ursos negros, o suco de laranja, as tribos poliândricas e a pacata vida em Pedra Grande.


ANTES QUE O MUNDO ACABE
Ficha Técnica
Direção - Ana Luiza Azevedo
Roteiro - Paulo Halm, Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado, Giba Assis Brasil
Produção Executiva - Nora Goulart e Luciana Tomasi
Montagem - Giba Assis Brasil
Direção Musical - Leo Henkin
Direção de Fotografia - Jacob Solitrenick
Direção de Arte - Fiapo Barth
Figurinos - Rosângela Cortinhas
Cenografia - Rita Faustini
Técnica de Som - Rafael Rodrigues
Produção de Elenco - Patrícia Faria e Sheila Amaral
Preparação de Elenco: Mirna Spritzer e Ângela Gonzaga

Elenco
Pedro Tergolina - Daniel
Eduardo Cardoso - Lucas
Bianca Menti - Mim
Caroline Guedes - Maria Clara
Janaína Kremer - Elaine
Eduardo Moreira - Daniel-pai
Murilo Grossi - Antônio

Participação especial
Irene Brietzke - Dona Glória
Carlos Cunha - Padre Euzébio



Fonte: www.casacinepoa.com.br/antes-que-o-mundo-acabe
www.gnccinemas.com.br

13 maio 2010


De hoje, dia 13 até 23 de maio a Sala de Cinema Ulysses Geremia, localizada no Centro Municipal de Cultura Henrique Ordovás, exibe o filme Direito de Amar, do diretor Tom Ford.

As exibições ocorrem sempre de quinta à domingo nos dias 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23 de maio Sessões de quinta a domingo, às 20hIngressos: R$ 5,00 e R$ 2,00 (meia-entrada)

Direito de Amartitulo original: (A Single Man)

lançamento: 2009 (EUA)

direção: Tom Ford

atores: Colin Firth , Julianne Moore , Nicholas Hoult , Matthew Goode , Jon Kortajarena

duração: 101 min

gênero: Drama

sinopse:George (Colin Firth) é um professor de inglês, que repentinamente perde seu companheiro de 16 anos. Sentindo-se perdido e sem conseguir levar adiante sua vida, ele resolve se matar. Para tanto passa a planejar cada passo do suicídio, mas neste processo alguns pequenos momentos lhe mostram que a vida ainda pode valer a pena.

Prêmios:

OSCAR IndicaçãoMelhor Ator - Colin Firth
GLOBO DE OURO IndicaçõesMelhor Ator - Drama - Colin FirthMelhor Atriz Coadjuvante - Julianne MooreMelhor Trilha Sonora
BAFTA GanhouMelhor Ator - Colin Firth
IndicaçõesMelhor Figurino
INDEPENDENT SPIRIT AWARDSIndicaçõesMelhor Filme de EstreiaMelhor Ator - Colin FirthMelhor Roteiro de Estreia
FESTIVAL DE VENEZAGanhouVolpi Cup - Melhor Ator - Colin FirthQueer Lion

Trailer:

12 maio 2010

Revista Filme Cultura está de volta

A revista Filme Cultura, uma referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988, volta a ser publicada em abril de 2010. O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento deste website e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional. Para viabilizar o projeto, foi feita uma parceria entre o CTAv e o Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras através dos incentivos da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet).

A publicação será trimestral e poderá ser adquirida em livrarias de referência. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no website. A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o país. A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho. A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional.

A coleção histórica

A Filme Cultura foi editada primeiramente pelo Instituto Nacional do Cinema Educativo – INCE (ed. 1 e 2, em 1966); depois pelo Instituto Nacional de Cinema – INC (ed. 3 a 27, entre 1967 e 1975); em seguida pela Empresa Brasileira de Filmes – Embrafilme (ed. 28 a 47 e mais uma edição especial para o Festival de Berlim, entre 1978 e 1987), e pela Fundação do Cinema Brasileiro – FCB, que editou o nº 48, último da série histórica. O CTAv publicou em 2007 a edição especial nº 49, comemorativa dos 70 anos do INCE, que também pode ser consultada neste site.

Amparada pela força do estado, foi a mais longeva de todas as revistas de cinema já editadas no Brasil. Entre seus articulistas estavam Antonio Moniz Vianna, Carlos Fonseca, Sérgio Augusto, Jean-Claude Bernardet, Ismail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Orlando Senna, Rogério Sganzerla e Jairo Ferreira. Seus editores foram Flávio Tambellini, Ely Azeredo, José Carlos Monteiro, David Neves, José Haroldo Pereira, Leandro Tocantins, José Carlos Avellar, João Carlos Rodrigues, Cláudio Bojunga e Paulo Roberto Ferreira.

A simples evocação desses nomes dá uma idéia da importância que teve. E da inscrição que deixou na memória daqueles que, num momento ou outro, a frequentaram.

O website

Neste site os internautas podem encontrar o conteúdo completo da revista, assim como matérias adicionais, íntegra de mesas-redondas e vídeos. O site vai disponibilizar também a coleção histórica completa de Filme Cultura em PDF página a página e com sistema de busca por palavras-chave – a partir de julho, quando será lançado também o fac-simile impresso. Por enquanto estamos oferecendo a edição nº 1, ainda sem a busca.

No site os visitantes poderão deixar seus comentários, sugerir pautas para a revista e interagir com a equipe de redação. Comente cada post ou a edição como um todo no link do menu principal. As sugestões de pauta devem ser enviadas para o email filmecultura@filmecultura.org.br.

11 maio 2010

Cineclube cine como le gusta apoia o Projeto Cinéfilus

Projeto Cinéfilus: a sétima arte como recurso pedagógico.

Uma boa iniciativa sobre cinema e debates entra em cena e merece o nosso apoio e participação.

Ampliar as possibilidades de aproveitamento do cinema enquanto recurso pedagógico, buscando a formação de público e estimular o pensamento acadêmico científico sobre cinema é o objetivo do projeto Cinéfilus, que o Centro de Ciências da Comunicação lança esta semana. O projeto é divido em duas atividades: "Pensar Cinema" e "Sessão de Arte".
Segundo a coordenadora do projeto, professora Ivana Almeida da Silva, "o cinema compreende não apenas uma técnica ou uma indústria, mas uma forma de arte e comunicação, refletindo em suas obras o retrato da sociedade na qual está inserido".
Pensar Cinema é um encontro mensal, que se realiza na Sala Florense (Bloco M), onde serão apresentadas cenas de filmes e convidados conduzirão os debates enfocando as temáticas relacionadas às obras. A primeira apresentação será feita nesta quinta-feira, dia 13 de maio, às 19 horas, e abordará o filme "Blade Runner - o caçador de andróides", do diretor Ridley Scott. Participam dos debates as professoras Ana Mery Sehbe de Carli e Ivana Almeida da Silva, que falarão sobre o corpo no cinema e o imaginário na pós-modernidade, respectivamente. A entrada é franca.
Sessão de Arte é uma atividade que vai mostrar, semanalmente, no UCS Cinema, filmes de conteúdo original e mensagem diferenciada. A primeira sessão será na sexta-feira, dia 14 de maio, às 20 horas, com o filme "Sonhos", de Akira Kurosawa. A entrada custa R$ 3,00.
Ambas as atividades são abertas à comunidade em geral e não é necessário fazer inscrição. "A universidade, enquanto espaço para a construção de saberes diferenciados, para a crítica e para a ampliação dos olhares da comunidade, necessita adaptar sua estrutura para esta realidade. O cinema pode e deve, aqui, tornar-se um veículo não apenas de entretenimento, mas também de reflexão e diversidade", completa a coordenadora do Projeto Cinéfilus.

09 maio 2010

Acervo da Vera Cruz disponível na web

Canal ELO CINEMA (www.elocinema.com.br) dá acesso gratuito e democrático a 13 longas de ficção e 5 documentários produzidos pelo histórico estúdio.

A ELO COMPANY - empresa pioneira em mídias digitais e distribuição de conteúdo audiovisual - está disponibilizando na internet, sem custo algum aos seus usuários e com grande qualidade de som e imagem, o importante e histórico acervo da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.

“A disponibilização de um acervo desta qualidade, gratuitamente para os internautas, presta um serviço fundamental não apenas ao cinéfilo, como também a todos que se interessam pela história e pela cultura do Brasil. A internet preenche assim uma lacuna enorme que nem o cinema nem o DVD conseguem suprir. Queremos ajudar a acabar com a ideia de que o Brasil é um país sem memória”, afirma Sabrina Nudeliman, sócia e co-fundadora da ELO COMPANY.

Num primeiro momento, o internauta tem acesso a 13 longas de ficção e 5 documentários produzidos pela histórica Companhia de São Bernardo.

Os longas são:

Sai da Frente (1952), de Abílio Pereira de Almeida.

Estreia de Mazzaropi no cinema, mostrando as divertidas aventuras de um motorista de carreto pela cidade de São Paulo.

Nadando em Dinheiro (1952), de Abílio Pereira de Almeida.

Comédia onde Mazzaropi interpreta um motorista de caminhão que herda uma grande fortuna mas, depois de ridicularizado pela elite e abandonado pela família, acorda feliz com sua condição humilde de suburbano.

Sinhá Moça (1953), de Tom Payne.

Estrelado por Eliane Lage e Anselmo Duarte, o filme fala da bela Sinhá Moça, filha de um fazendeiro dono de vários escravos, que se rebela contra seu pai na luta a favor dos escravos.

Candinho (1953), de Abílio Pereira de Almeida.

A comédia mostra a história de Candinho (Mazzaropi), caipira que deixa o campo e viaja até São Paulo, tentar achar sua mãe.

Família Lero Lero (1953), de Alberto Pieralisi.

Com Walter D'Avila e Marina Freire, narra as confusões de um servidor público atormentado pelos infinitos desejos de sua família, onde ninguém trabalha.

O Sobrado (1956), de Walter George Durst.

Baseado em “O Tempo e o Vento”, de Érico Veríssimo, o filme mostra dois caudilhos, cercados em um sobrado, sem água e sem munições, que precisam resistir às provocações com decisão e coragem.

O Gato de Madame (1956), de Agostinho Martins Pereira.

Arlindo (Mazzaropi) ajuda sua esposa na entrega de roupas limpas para mulheres ricas. E acaba se envolvendo com a alta sociedade paulista, numa comédia hilariante.

Osso, Amor e Papagaio (1956), de Carlos Alberto de Souza Barros.

Os habitantes de Acanguera possuem o hábito de empinar pipa toda tarde. O chefe de polícia, um homem gordo e baixo, que é casado com uma bela mulher também faz isso. Toda tarde, no mesmo horário, ele vai ao campo, onde adultos e crianças estão empinando pipas. Esta é a hora que o único soldado de Acanguera, "visita" a esposa do chefe de polícia.

Paixão de Gaúcho (1957), de Walter G. Durst.


Na guerra entre Legalistas e Farroupilhas, o bravo gaúcho Chileno precisa provar a sua coragem para poder se casar com sua amada Catita.

Noite Vazia (1964), de Walther Hugo Khouri.

Com Norma Benguell e Odete Lara, o drama mostra dois amigos que contratam duas prostitutas. Mas o que era para ser uma noite de prazer acaba se transformando num conflito de angústias e ressentimentos.

Grande Sertão: Veredas (1965), de Geraldo e Renato dos Santos Pereira.

Estrelado por Tony Ramos, Bruna Lombardi e Tarcísio Meira, o filme é a adaptação cinematográfica do clássico de Guimarães Rosa.

O Corpo Ardente (1966), de
Walther Hugo Khouri

Com Bárbara Lage e Mário Benvenutti. Drama sobre uma mulher em luta contra os seus sentimentos mais profundos.

As Amorosas (1967), de Walther Hugo Khouri.

Com Paulo José e Stênio Garcia, o filme conta a história de um jovem cercado por amigos e por mulheres, mas que não consegue evitar sua auto-destruição.

No canal
ELO CINEMA (www.elocinema.com) ainda é possível assistir a cinco documentários também produzidos pela Vera Cruz:

  • Marcelo Grassman - 25 anos de Gravura, de Silvio de Campos Silva.

  • São Paulo em Festa, de Luciano Salce, sobre celebração dos 400 anos de aniversário da cidade de São Paulo.

  • Obras Novas - A Evolução de uma Indústria, de Lima Barreto, sobre o processo de construção dos estúdios Vera Cruz.

  • Painel , também de Lima Barreto, registrando a execução do painel Tiradentesde Candido Portinari.

  • Santuário, do mesmo diretor, enfocando as esculturas dos 12 profetas, feitas por Aleijadinho, em Congonhas do Campo, Minas Gerais.

A VERA CRUZ

Fundada em 1949 pelo industrial Francisco Matarazzo e pelo produtor italiano Franco Zampari, a Companhia Cinematográfica Vera Cruz foi um dos mais importantes estúdios cinematográficos da história do cinema brasileiro. Em pouco tempo produziu e co-produziu mais de 40 longas e documentários, marcando época na produção brasileira. Com o lema: "Produção Brasileira de Padrão Internacional", é considerado o primeiro estúdio em moldes profissionais do país.
Seu acervo de filmes somente está disponível graças aos esforços da família Khouri e da Cinemateca Brasileira que tem trabalhado a preservação das obras desde os anos 80.


06 maio 2010

Filme "A Fita Branca" no Ordovás


Segue até este final de semana no Ordovás o filme "A Fita Branca", de Michael Haneke que conta a história de um vilarejo protestante no norte da Alemanha, em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial. A história de crianças e adolescentes de um coral dirigido pelo professor primário do vilarejo e suas famílias: o barão, o reitor, o pastor, o médico, a parteira, os camponeses. Estranhos acidentes começam a acontecer e tomam aos poucos o caráter de um ritual punitivo. O que se esconde por trás desses acontecimentos?

Um filme belíssimo todo em preto e branco que já foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Agora na nossa cidade. Imperdível.

A Fita Branca
titulo original: (Das Weisse Band - Eine Deutsche Kindergeschichte)
lançamento: 2009 (Áustria) (França) (Alemanha) (Itália)
direção: Michael Haneke
atores: Susanne Lothar , Ulrich Tukur , Burghart Klaubner , Josef Bierbichler , Marisa Growaldt duração: 144 min
gênero: Drama


Dias 06, 07, 08 e 09 de maio - quinta a domingo, 20h

Ingressos por R$ 5 e R$ 2 (meia-entrada)
Centro de Cultura Ordovás

Sala de Cinema Ulysses Geremia

Rua Luiz Antunes, 312 - Bairro PanazzoloFones: 3901-1316 e 3901-1317

21 abril 2010

Cineclube cine como le gusta + ManiFestaSol apresentam o filme “Magical Mystery Tour”


Magical Mystery Tour (Inglaterra, 1967) é o terceiro filme tendo os Beatles como protagonistas. Produzido e dirigido por eles, foi especialmente feito para ser exibido na televisão, no canal da BBC. Na época um total fracasso, mas hoje é reconhecido como um dos precursores de um tipo de filme de comédia non-sense, cujos principais realizadores são os Monty Python.

A história gira em torno de Ringo Starr e sua tia Jessie, que adquirem bilhetes para um passeio (tour) em um ônibus, sem um roteiro conhecido pelos passageiros, mas considerado mágico e misterioso pelos seus organizadores.
Filme: Magical Mystery Tour (53min)
Data: 29 abril 2010 (quinta)
Exibição: 21h
Local: Leeds Pub
Rua Os 18 do Forte, 314, Lourdes, Caxias do Sul, RSI
nformações:
cinecomolegusta@gmail.com

ENTRADA FRANCA

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ATUALIZADO

Sobre a exibição: Foi muito legal o comparecimento do pessoal, ao todo 22 pessoas, dispostas a ver o filme e saber mais sobre a mitologia dos Beatles. Ocupamos a sala da entrada do Leeds, a sala do fumo, e naquele ambiente deu para conferir a obra contraditória dos Beatles. O filme produzido e dirigido pelos Beatles foi feito especialmente para ser lançado pela BBC no natal de 1967 não agradou em nada o público que esperava algo mais "britanico". O filme foi tão criticado que uma segunda exibição foi cancelada, sendo que dias depois Paul McCartney pediu desculpas públicas pela produção.

14 abril 2010

Daqui pra frente.... em Caxias e no cine como le gusta

Ontem foi o dia. O Dia "D" para o audiovisual caxiense e toda a sua cultura. Com discussão acirrada sobre a verba de R$100 mil (cem mil Reais) na Câmara para o filme "Caxias Tradição & Inovação de um Povo", no qual acabou levando o "prêmio".

Em votação de 10 contra 6 votos, deu vitória a aprovação do repasse para o Produtor do filme, Cícero Aragon. Mas a grande discussão não é a competência e a qualidade do filme. Isso nem se questiona, pois duas produtoras realizaram a captação, e com mais de 15 anos de mercado e ótimos resultados já revelam a qualidade a ser vislumbrada na exibição do filme. O que deixa os artistas locais incomodados é a forma de como foi feito. Sem licitação. Sem concorrencia... isso abriu um precedente único e agora sim, queremos ver a Prefeitura escapar. Pois ao total no município temos 17 projetos aprovados pela Lei Rouanet, e seus proponentes solicitarão ajuda financeira para executa-los.

De noite a coisa foi bem mais agradável com a presença de Ana Maria Bahiana com seu curso focando como ver um filme. Uma pequena explicação que nos fez ter uma outra visão dos filmes. Simples e cativante foi o contato com ela. Esperamos que outras boas iniciativas vejam para Caxias.

O Cineclube cine como le gusta estava presente nos dois eventos, acompanhando e movimento. Começamos a divulgar novamente o blog e e-mail, preparando para as atividades que virão. Já agora em abril, dia 29, teremos uma exbição no LEEDS PUB estamos selecionando o filme, e ao que tudo indica ter que fazer menção ao local: Pub, Inglês, música.... por que não um filme dos Beatles?

Aguarde!!!

Ah! Estamos preparando um novo blog... este vai ser provisório!!!!

04 abril 2010

Curso gratuito: Como ver um filme

COMO VER UM FILME
Introdução à apreciação cinematográfica.
Curso com Ana Maria Bahiana

Além de poucas capitais brasileiras, Caxias do Sul será contemplada com uma presença ilustre muito em breve, reconhecida por 10 entre 10 apreciadores de cinema, música e cultura em geral: Ana Maria Bahiana. A jornalista, que vive desde 1987 em Los Angeles, desembarca em Caxias nos dias 12 e 13 de abril para promover seu curso “Como ver um filme” na Sala de Cinema Ulysses Geremia, no Centro de Cultura Ordovás.

Os interessados deverão se inscrever através do telefone (54) 3901-1067, do Centro de Cultura Ordovás, levando em consideração que as vagas são limitadas. A participação é gratuita.

O curso “Como ver um filme”, de Ana Maria Bahiana, é uma realização da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás, com o apoio da Florense e do jornal O Caxiense.

Curso “Como ver um filme”, com Ana Maria Bahiana
Data: dias 12 e 13 de abril (segunda e terça-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: Sala de Cinema Ulysses Geremia, no Centro de Cultura Ordovás
Inscrições gratuitas (vagas limitadas) através do telefone (54) 3901-1067, com Jonas.


“COMO VER UM FILME”
Sobre o curso de Ana Maria Bahiana

Pode-se assistir um filme, acompanhar sua história, levar sustos, chorar e rir e ainda assim não te-lo, de fato, visto. A diferença entre “olhar” e “ver”, tão fundamental na artes plásticas, é igualmente definidora no cinema: os mais de cem anos de história da Sétima Arte transformaram o que já foi “fotografia em movimento”, “teatro portátil” e “rádio filmado” em um sofisticado e complexo tecido de informações visuais, auditivas e aurais – captadas sem serem necessariamente percebidas – que vai muito além do simplesmente “sentar e ver”.

Este curso quer, de forma simples, prática, descontraída e divertida, levar a aluna ou aluno para o avesso, a costura deste tecido, dar a ela ou ele os elementos necessários para ver um filme do mesmo modo como diretores, roteiristas, atores e produtores o veem.

Cada encontro será ilustrado por sequências de filmes que demonstrem os principais pontos da palestra. Serão dois encontros compostos por dois módulos cada.

1. Entre arte e comércio: Como nascem os filmes
Como uma ideia chega diante das câmeras; o processo de identificação de argumentos, desenvolvimento, envolvimento do diretor, escolha do elenco, montagem da equipe. A diferença dos processos num grande estúdio e num independente. Como os filmes são financiados e como esses processos afetam o resultado final.

2. No princípio era o verbo... (roteiro + direção)
Como se estrutura um roteiro. O arco da narrativa. O trabalho do diretor. Fatores que determinam o resultado final na página e na tela. A evolução da idéia de pitch a argumento a roteiro a storyboard.

3. Império dos sentidos (fotografia + direção de arte)
O que fazem o diretor de fotografia e o diretor de arte. Como a atmosfera define um filme. Criando personagens e sensações com objetos, cores e figurino.

4. A costura do sonho (som + música + montagem)
O papel da finalização para a forma final do filme. A lâmina de Einsenstein: como o olho humano cria a história. Como o som modifica a experiência do olhar. Usos do som e da música como elementos narrativos.


Sobre Ana Maria Bahiana

Ana Maria Bahiana é jornalista e escritora, com uma carreira que cobre três décadas de reportagem e comentário de cultura no Brasil e no exterior, em imprensa, rádio, televisão e internet. Moradora de Los Angeles desde 1987 e integrante da Hollywood Foreign Press Association (que dá os Globos de Ouro) desde 1989, atualmente cobre cinema e entretenimento para a UOL, mantendo o blog Hollywoodianas, sucesso do portal.

Ana Maria escreveu para, entre outros, Jornal do Brasil, O Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Opinião e Rolling Stone, no Brasil; New York Times Syndicate, Escape e Beat, nos Estados Unidos; Le Film Français na França; Follow Me, HQ e Cinema Papers na Austrália. De 1992 a 1995 Ana Maria foi a chefe do escritório de Los Angeles da revista inglesa Screen International, e, de 1996 a 2002, representante, produtora, e correspondente da rede Telecine e da Rede Globo em Los Angeles.

Como autora, em 2006 ela lançou Almanaque dos Anos 70 (Ediouro, 2006) - um, dos maiores best sellers do ano – e a nova edição de Nada Será Como Antes (priginal da Civilização Brasileira, 1979; Senac Rio, 2006). Seus demais títulos são Jimi Hendrix: Domador de Raios (Brasiliense, 1980; Pazulin, 2006); América de A a Z (Objetiva, 1993); A Luz da Lente (Editora Globo, 1998); Anos 70 (antologia de ensaios, Funarte, 1979; Aeroplano/Senac Rio 2005); e a tradução brasileira de Dispatches, de Michael Herr (Objetiva, 2005). Ela é autora do argumento e co-roteirista e co-produtora do filme 1972, lançado em novembro de 2006 pela Buena Vista.

Tendo finalizado a edição brasileira de Easy Riders, Raging Bulls, de Peter Biskind (sobre Hollywood nos anos 70) para a Editora Intrinseca, atualmente escreve Como Ver um Filme para a Nova Fronteira e O Cinema Explicado aos Meus Filhos, para a Agir. Sua entrevista com Francis Ford Coppola sobre O Poderoso Chefão III foi incluida em The Godfather Family Album, obra da Ed. Taschen, lançada em dezembro de 2008. Ana Maria colabora com o site de viagens americano indagare.com, dá palestras e cursos sobre cinema e música em todo o país e oferece consultoria para projetos de cinema e TV.